O lançamento do projeto “A Mata Atlântica é aqui – exposição itinerante do cidadão atuante” é um dos principais destaques da quinta edição do Viva a Mata – mostra de iniciativas e projetos em prol da Mata Atlântica, que a Fundação SOS Mata Atlântica promove a partir de amanhã e durante todo o fim de semana,no Parque Ibirapuera, em São Paulo.
Um caminhão, totalmente adaptado, com palco para manifestações artísticas de temática socioambiental, que estará no Ibirapuera e depois percorrerá cerca de 40 cidades das regiões Sul e Sudeste durante um ano, com o objetivo de promover em cada um destes locais atividades de conscientização, mobilização e educação sobre a importância da Mata Atlântica .
Esta é a semana da Montanha no Paraná. Todos adoram ver uma bela paisagem, normalmente completada com uma montanha ao fundo. Temos esse visual em vários bairros de Curitiba devido a nossa proximidade com a Serra do Mar. Porém, para se aventurar e se aproximar destes colossos é preciso um pouco de preparação e, por isso, a Federação Paranaense de Montanhismo, a Fepam, montou uma programação com palestras, uma feira e uma visita guiada ao Anhangava no domingo.
A vice-presidente da Fepam, Andressa Zanrolenzi, fala das atividades programadas e do risco de subir uma montanha sem um mínimo de preparação psicológica, física e de material. Ela conta ainda que os montanhistas daqui tentam aumentar a Brigada de Incêndio, que reúne voluntários para ajudar o Corpo de Bombeiros a apagarem o fogo em regiões de difícil acesso em áreas montanhosas.
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O telefone de contato do Sesc para fazer reservas para as palestras é 3233-7422, ramal 2306.
O telefone do Refúgio 5.13 é 3554-1606.
Outras informações também neste site especializado em montanhismo.
PROGRAMAÇÃO
14 /05 SESC Centro -Entrada Gratuita – Limite 60 pessoas
Rua José Loureiro,578
Confirmação Prévia da Presença pelo fone SESC CENTRO: 41 3233 74 22 Ramal 2306
20:00h Com Maria Cristina Hartmann “Chica”- Viagens de bike
21:00h Com Gil Piekarz – Vôo livre e montanhismo
15/05 SESC Centro – Entrada Gratuita – Limite 60 pessoas
Rua José Loureiro,578
Confirmação Prévia da Presença pelo fone SESC CENTRO: 41 3233 74 22 Ramal 2306
20:00h Com Irivan Burda – Makalu
21:00h Com Anderson Gouveia – Escaladas
16/05 Refugio 5.13 – Abertura de Temporada de Esportes de Montanha
Rua Anhangava, 635 – Borda do Campo- Quatro Barras, PR – 83425-000 – (41) 3554-1609
Após 14:00h Discussão PP Frente e Verso
Plano de Ações / Brigada de Incêndio
Vias de escalada / Trilhas
Feira de equipamentos e artigos
Brincadeiras para crianças
22:00h Show com as bandas – Ingresso no local, R$15,00 por pessoa
RELES PUBLICA e HOT ROAD
Carteirinha da FEPAM – Vale uma Cerveja
Para muitos a morte de Chico Mendes (um homem que acreditava que era possível viver em harmonia com o meio ambiente) em nada serviu!. Porém, para sua filha, Elenira Mendes, presidente do Instituto Chico Mendes, ficou o desejo de transmitir a história do pai, suas idéias e seus valores de preservação da natureza e sustentabilidade. Foi aí que ela idealizou o projeto de um livro, e com a ajuda do cartunista e escritor Ziraldo nasceu “A História de Chiquinho” que está saindo do forno e será lançado no dia 22 de junho no Acre.
Vale lembrar que Chico Mendes foi assassinado em dezembro de 1988, aos 44 anos, por lutar pela preservação da Amazônia.
Sua história de garra e amor à floresta ficou conhecida internacionalmente.
Maio de 2009 entrará para a história como o mês em que conhecemos a tecnologia mais importante para a vida no Século 22. Uma pesquisa que vem sendo divulgada de forma discreta está destinada a ser divisor de águas na utilização de energia. Cientistas decifraram a estrutura de moléculas de clorofila. O trabalho foi feito em bactérias, mas abre a porta para aquilo que será uma revolução comparável à invenção da roda: a fotossíntese artificial.
Seremos a primeira geração da Sociedade Solar, única configuração capaz de resolver o anátema da entropia que pesa contra qualquer esforço de sustentabilidade. Entropia, como lembramos, é a segunda Lei da Termodinâmica e, em última instância, ela nos diz que não é verdade que nada se perde, nada se cria… Uma parte da energia se perde, sim, para o trabalho, em toda transformação. Inclusive a energia solar. Só que, nesse caso, nosso problema de sustentabilidade de transfere para uma escala de tempo, digamos, galática. No dia em que a energia do Sol se extinguir, a sustentabilidade será o menor dos nossos problemas.
A energia solar, em uma escala de tempo humana, pode ser considerada infinita.
É matematicamente impossível prover sustentabilidade em escala global com a necessidade enorme e crescente de obtenção de energia. Criar uma técnica para fazer fotossíntese artificial significa dar à humanidade um estoque de energia que ela não será capaz de gastar. Significa libertá-la de todos os combustíveis e, possivelmente, da necessidade de transporte da energia. Parece ficção científica, não é? De acordo com o boletim Inovação Tecnológica (www.inovacaotecnologica.com.br), o estudo será publicado esta semana no site e em breve na edição impressa da revista Proceedings of the National Academy of Sciences.
O problema do lixo de Curitiba e região será discutido em mais uma audiência pública no dia 6 de maio no Plenárinho da Assembléia Legislativa. Quem organiza reunião é o deputado Tadeu Veneri que faz parte da Comissão de Assuntos Metropolitanos. Representantes da prefeitura, do governo do estado e órgãos ambientais devem participar. Curitiba corre o risco de ter o apagão do lixo em breve, já que o aterro da Caximba está com a capacidade esgota há dois anos, mas continua recebendo diariamente 2.400 toneladas de resíduos e pode funcionar até julho de 2009. Daqui uns meses o que vamos fazer com o nosso lixo de cada dia? Guardar no armário?
O Aterro da Caximba não terá o tempo de uso prorrogado, o que pode levar Curitiba e cidades metropolitanas a enfrentar um apagão do lixo no segundo semestre deste ano. Quatorze cidades podem ficar sem ter onde depositar cerca de 2,5 mil toneladas de resíduos por dia. A garantia de que a Caximba não terá uma nova sobrevida foi dada pelo presidente do Instituto Ambiental do Paraná, o IAP, Vitor Hugo Burko, e pelo coordenador das promotorias de meio ambiente do Ministério Público do Paraná, Saint Clair Honorato dos Santos.
Os dois estiveram hoje (2ª) na entrada do aterro para conversar com cerca de cem moradores do bairro, que fizeram um protesto e impediram por 11 horas o depósito de lixo na Caximba. Cerca de 50 caminhões deixaram de descarregar e tiveram que esperar o fim da manifestação, que terminou por volta das 15h da tarde. Durante o protesto, os moradores denunciaram o lançamento irregular de chorume, o líquido preto resultante do processo de apodrecimento do lixo, e o perigo à saúde das pessoas, devido aos gases lançados no ar pelo acúmulo de resíduos. Burko garantiu que deve fechar o Aterro da Caximba até o fim de junho, conforme o acordado em um Termo de Ajustamento de Conduta, assinado no ano passado pela prefeitura de Curitiba, IAP e Ministério Público.
Assista neste link um trecho de um vídeo produzido pelos moradores. Nele aparecem cenas do que seria o chorume solto irregularmente nos córregos da região.
A prefeitura, porém contesta, e diz que poderá usar a Caximba como depósito de lixo até 2010. O secretário do Meio Ambiente de Curitiba, José Antônio Andreguetto, afirmou que tem um parecer que permitiria o uso do local. Ele defende ainda que a Usina de Reciclagem, que pretende reaproveitar o lixo colocado no aterro ficará pronta até o ano que vem. O projeto deveria ter começado a funcionar neste ano, mas devido aos embargos judiciais no processo de licitação o atraso na implantação passa de um ano.
O Consórcio Intermunicipal de Resíduos Sólidos, que reúne Curitiba e outras 13 cidades, ainda nem escolheu a empresa que irá construir e gerir a Usina de Reciclagem. O IAP também não licenciou nenhuma área para o projeto. Dois locais estão sendo analisados, um em Curitiba, próximo ao atual Aterro da Caximba e outro em Fazenda Rio Grande. Uma terceira área em Mandirituba foi descartada porque o município tem uma lei municipal que proíbe a criação de aterros na cidade.
Ao analisar minha conta de água deste mês, constatando que consumi 7 m3 (e ter pago por 10!) em uma casa de 280 m2, percebo que valeu o investimento em um sistema de coleta de água de chuva que uso no jardim e para lavar calçadas e o carro ocasionalmente, nos redutores de torneira, nos vasos sanitários com bacias acopladas e de não ter comprado um lava louças!. Além da maneira como controlamos o consumo com algumas medidas simples, como por exemplo, ensaboar toda a louça e enxaguar uma única vez, não fazer lavagens na máquina de lavar com pouca roupa, não usar mangueira como vassoura e controlar tempo de banho…principalmente do filho! Hábitos de bom senso que já fazem parte de nossa rotina!
O mesmo bom senso não pode ser dito daqueles que participaram do Fórum Mundial da Água (FMA), organizado pela ONU e que encerrou no dia internacional da água, dia 22 de março, em Istambul. Este entra para a história como mais uma reunião de líderes mundiais onde os resultados escoaram para o Estreito de Bósforo, certamente poluído! De 150 países participantes, somente um grupo de 25 países críticos decidiu assinar uma declaração alternativa na qual, como primeiro ponto, se reconhece “o acesso à água e ao saneamento como um direito humano”, e os signatários se comprometem “a realizar as ações necessárias para a implementação progressiva deste direito”.
Para a decepção de vários países da América Latina, como Bolívia, Equador, Cuba e Uruguai, além de Suíça e Espanha, que instigaram o debate, o Brasil, alinhado com os Estados Unidos e o restante dos países ficou de fora desta posição mais sensata. Nada de anormal aqui, tendo em vista as conexões diretas dos interesses privados dos que controlam o abastecimento e tratamento de água e administrações públicas neste país! Se ganha muito dinheiro com estes serviços e ninguém quer colocar a mão neste ralo! Em geral, é o que se passa na maioria dos países mundo afora. A água é uma mercadoria a ser vendida, deve gerar lucro para empresas e seus acionistas. O lado humanitário da sua distribuição entupiu nos canais do capitalismo!
Enquanto isto mais de um bilhão de pessoas não tem acesso a água. A diarréia causada pela água contaminada mata 5 mil crianças com menos de cinco anos a cada dia. Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) contidos no relatório indicam que o “acesso a um melhor saneamento diminuiria em 32% as doenças diarréicas”.
Para completar o quadro, as conseqüências das mudanças climáticas sobre a água devido ao aquecimento global são catastróficas. A seca australiana, que recentemente provocou a pior onda de incêndios florestais na história do país, matando mais de 100 pessoas, é um claro exemplo disto. Na África, até 2020 entre 75 e 250 milhões de pessoas devem ser expostas a complicações hídricas decorrentes da mudança climática. Em alguns países, cultivos abastecidos pela água da chuva podem ter redução de 50 por cento na sua produtividade. Na América Latina, a produtividade de algumas lavouras importantes irá diminuir, enquanto a desaparição de geleiras andinas afetará a disponibilidade de água para o consumo humano. Enfim, as simulações climáticas para o século 21 antevêem aumento das chuvas em latitudes elevadas e em áreas tropicais, e redução das precipitações em regiões subtropicais. Quem já não vê isto acontecendo em todo o Brasil?
A propósito, quanto tempo voce demorou no banho hoje? Lavaste seu carro com mangueira? Adiou aquela instalação de coleta de água de chuva? Comeu carne a semana toda? A saber, o maior consumo de água está na irrigação de monoculturas, principalmente de soja e milho, que por sua vez alimentam bois, vacas e porcos! Chama-se isto de água virtual, que é o volume de água demandada para a produção de uma determinada commodity. A produção de um quilograma de bife bovino pode representa o consumo de até 43 mil litros de água! A saber, em 2005, o Brasil exportou cerca de 34 bilhões de m3 de água virtual através da carne! Isto representa mais de 8 vezes o consumo diário de água da cidade de São Paulo. Números para se pensar quando se for fazer aquele churrasquinho no final de semana!
Uma tonelada e meia de BHC, um agrotóxico altamente poluente e proibido no Brasil desde a década de 80, foi apreendida nos últimos sete meses na região de Ribeirão dos Apertados, em Arapongas, no Norte do Paraná. Além disso, uma força-tarefa formada por diversos órgãos ambientais, recolheu 4,5 toneladas de embalagens irregulares de agrotóxicos. Boa parte deste material foi contrabandeado do Paraguai. Segundo informações do Governo do Paraná, todo o material apreendido foi enviado para incineração no Rio de Janeiro.
O recolhimento de BHC e de agrotóxicos irregulares é resultado de um trabalho comandado pela Sanepar, a companhia de água e saneamento do estado. Isso porque, em agosto e setembro do ano passado, a Sanepar precisou interromper várias vezes o abastecimento de água em Arapongas por causa de poluentes encontrados nos rios da região. Após um trabalho de vistoria nas propriedades rurais feito pelo Instituto Ambiental do Paraná, o IAP, e pela Força Verde, foram recolhidos os agrotóxicos irregulares. A Sanepar alega que depois deste trabalho, caiu consideravelmente o nível de poluição dos rios e o abastecimento foi normalizado.
O grupo de fiscais e policiais visitou mais de mil propriedades e, em 222 delas, encontrou algum tipo de irregularidade. Segundo o balanço de atividades do força-tarefa, houve ainda o plantio de 112 mil mudas de árvores nas áreas de mata ciliar da Bacia dos Apertados para tentar recuperar a proteção natural dos rios.
Os grandes geradores de lixo na região de Curitiba, como supermercados e fábricas, não poderão mais depositar dejetos no Aterro da Caximba a partir do dia 15 de abril. A determinação foi dada pela secretaria do Meio Ambiente da cidade e é mais um sinal do apagão do lixo na região metropolitana e na capital paranaense.
O Aterro da Caximba deve receber as mais de duas mil toneladas de lixo geradas por dia até a metade do ano, depois disso não há previsão de onde colocar nosso lixo. As empresas, que geram mais de 600 litros de resíduos por semana, pagam para colocar os dejetos na Caximba e, agora, terão que encontrar um novo depósito. A Caximba está sobrecarregada e teve a vida útil prorrogada diversas vezes pelo Instituto Ambiental do Paraná por não haver uma solução para a montanha de resíduo gerado.
O projeto da construção de uma Usina de Reciclagem está atrasado e o Consórcio Intermunicipal de Resíduos Sólidos ainda não escolheu a empresa que irá construir e administrar o projeto. Nem o local onde a usina será construída foi definido. O IAP ainda está analisando duas áreas, uma em Curitiba, próxima ao Aterro da Caximba, e outra em Fazenda Rio Grande.
A indústria da construção civil brasileira é um dos setores da economia que maior impacto gera sobre o ambiente natural. Estudos demonstram que o setor consome algo em torno de 50 a 75% dos recursos naturais disponíveis no planeta, sendo também grande gerador de resíduos, consumo de energia e emissões atmosféricas. Somente a indústria do cimento é apontada como responsável por 7% a 10% das emissões globais de dióxido de carbono (CO2). Nas cidades européias as emissões de CO2 da indústria da construção correspondem aproximadamente a 30% do total das emissões. Estima-se que para estabilizar as mudanças climáticas, haveria de se introduzir cortes de cerca de 60% em todas as emissões de CO2.
Algumas iniciativas na construção de casas para reduzir as emissões de CO2 vêm acontecendo em vários países. Na Europa, muitas delas se concentram no pós-uso, onde a preocupação maior é torná-las mais eficientes quanto ao uso de energia para aquecimento, uma vez que grande parte desta energia é gerada por termelétricas. No Reino Unido, por exemplo, 52% de emissões de CO2 são provenientes das construções e uso das edificações. Para a Comissão sobre Poluição Ambiental deste país isto significa usar 60% menos energia para se manter uma casa. Um projeto executado de uma ecohouse na cidade de Oxford demonstrou que a mesma emite apenas 140 kg de CO2 por ano, enquanto que outras, de tamanhos similares e construídas no padrão convencional, podem produzir cerca de 6.500 kg.
No Brasil, há poucos estudos referes às emissões provenientes do setor de produção de materiais de construção e operação/funcionamento das edificações. Tendo em vista que em 2012 o país deverá se adequar a um novo protocolo mundial para redução de emissão de gases do Efeito Estufa, juntamente com países como China, México e Índia, tudo indica que caminhamos na contramão da história.
Em recente dissertação de mestrado defendida pelo Eng. Civil Theodozio Stachera, no Programa de Mestrado em Tecnologia – PPGTE, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná – UTFPR, que analisou a casa de interesse social de 40,50m2, construída pela Companhia de Habitação do Paraná – Cohapar, foi demonstrado que esta representa a emissão de cerca de 9.8 toneladas de CO2, relacionados a produção de materiais convencionais utilizados na sua construção. Tendo como base algumas metodologias que quantificaram emissões de CO2 relacionadas a produção do cimento, cal, aço, pedra brita, areia e material cerâmico, como o tijolo e a telha, utilizados comumente nas casas populares, foi possível afirmar que em único empreendimento em um município da região metropolitana de Curitiba, iniciado em 2009, através do Programa de Aceleração do Crescimento – PAC, onde 803 novas casas serão construídas pela Cohapar, quase 8.000 ton de CO2 serão emitidas para a atmosfera. Isto sem considerar as emissões relativas ao transporte destes materiais do seu local de produção até os pontos de venda e destes até as obras.
Neste cenário é preocupante o anúncio feito pela Cohapar que prevê a construção de 14 mil casas no ano de 2009 no estado do Paraná, assim como o do Presidente Lula, da construção de um milhão de novas casas para a população de baixa renda, financiados principalmente pelo PAC. Podemos assim concluir, que somente no Paraná, a construção de casas populares será responsável pela emissão de cerca de 137.200 ton de CO2, sendo que no Brasil como um todo, mais de 9 milhões de ton de CO2 poderão emitidas com apoio do PAC. Considerando que obras de infraestrutura, escolas, prédios públicos, hospitais, entre outros, serão todas também construídos com materiais de construção convencionais, além das novas termelétricas que representarão mais emissão de CO2 quando em funcionamento, se pode sugerir que o PAC seja rebatizado para Programa de Aceleração do Carbono. Lembrando que as emissões de gás carbônico na economia brasileira cresceram 45% entre 1994 e 2005 (excluído o desmatamento, que responde por cerca de 75% das emissões brasileiras e que torna o Brasil o quinto maior poluidor global), vemos que o exemplo que deveria ser dado com gasto do dinheiro público em obras ecologicamente inteligente, vão sair pelas chaminés em forma de carbono.