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	<title>Jornalismo FM &#187; Destaques</title>
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	<description>informação, cultura e opinião</description>
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		<title>Uma casa para Teresa Urban</title>
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		<pubDate>Sun, 18 Jul 2010 01:02:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gladimir Nascimento</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>

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		<description><![CDATA[A menos camuflada das trincheiras encontra-se na Rua Brigadeiro Franco, quase em frente da Praça 29 de Março, em Curitiba. Se alguém conseguisse passar sem perceber a casa polaca, com um dos muros pintados em homenagem à moradora e a campainha singular, um guizo pendurado no portão, teria a atenção despertada pelos latidos histéricos da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://jornalismofm.com.br/wp-content/uploads/2010/07/Teresa1.materia.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-6169" title="Teresa1.materia" src="http://jornalismofm.com.br/wp-content/uploads/2010/07/Teresa1.materia-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>A menos camuflada das trincheiras encontra-se na Rua Brigadeiro Franco, quase em frente da Praça 29 de Março, em Curitiba. Se alguém conseguisse passar sem perceber a casa polaca, com um dos muros pintados em homenagem à moradora e a campainha singular, um guizo pendurado no portão, teria a atenção despertada pelos latidos histéricos da Menina, um dos cachorros que Teresa adotou e cujas idiossincrasias tolera, em seu afeto natural pelos mais fracos, sejam eles cães, gatos (preteridos quando caçam os pássaros), pessoas ou lugares.Teresa vive a mais ampla angústia da maternidade, a de proteger a qualquer custo. Foi presa política e da tortura o que ainda hoje a aterroriza é a imagem do sargento que surge em seus pesadelos apertando a moleira do filho, Ghunter, para destruir o ímpeto da guerreira (*).<span id="more-6165"></span></p>
<p>Quando a companhia de energia inspecionou a casa, mandou cortar a palmeira que estava atrapalhando o acesso à caixa que acomoda o relógio medidor. Imagine, querer que a Teresa cortasse uma árvore. Faz mais de uma década que ela se arrisca a ter o fornecimento suspenso, mas a palmeira está lá, protegida, como protegidos ficam os amigos. Quando nove jornalistas ficaram sem emprego de uma vez, há quase dois anos, encontraram proteção na casa de paredes de garrafas que existe nos fundos – uma construção onírica, com pranchas recicladas de madeira do Paraná de antigamente, como hoje só se encontra no formato de finas lâminas. Ali funcionou a webrádio JornalismoFM, entrincheirada, estridente e arrogante em sua resistência contra os podres poderes da mídia. Enquanto meus irmãos não venderem a casa, vocês podem ficar, disse a senhoria, que nos recebia com um café forte, bolo de fubá e perguntas inquietantes, como só sabem fazer os jornalistas autênticos, os que se fizeram em um tempo em que as idéias eram valiosas o bastante para que as pessoas morressem por elas. Foi antes do Jornalismo virar business.</p>
<p>Pois bem, a casa foi vendida e a Teresa tem pela frente uma missão impossível: encontrar em Curitiba um outro lugar que tenha araucárias e onde o portão possa ficar aberto, pois ela sempre esquece de trancar. Uma casa polonesa, de preferência, de madeira e que se possa colorir. Tem de ser perto do Centro, pois Teresa não dirige, nem quer um carro, e precisa cobrir a pé as distâncias até o supermercado, o restaurante onde almoça com o sobrinho e conversa com a cozinheira, ou até os consultórios que a idade colocou no caminho. Seria bom uma casa com história, com uma memória que valha a pena cultivar, mas não é imprescindível. Afinal, apesar de fazer parte da história do jornalismo brasileiro e de cultivar a tradição da velha Polônia, Teresa produz tanto, em sua fúria militante, que mesmo a mais insípida das casas logo será transformada em uma referência política, ecológica, moral e, principalmente, afetiva. Sugiram, façam campanhas, tentem convencê-la a ir para seus bairros, disputem a vizinhança da doce Teresa, briguem para ajudá-la a carregar as sacolas do mercado, pela chance de aparecer sem marcar hora, de fazer parte de uma causa, de partilhar os sonhos que valem a pena e desfrutar uma amizade incondicional.</p>
<p><em>(*) Perfil de Teresa Urban &#8211; Vozes do Paraná, Volume 1. Aroldo Murá Gomes Haygert. Editora Convivium. Curitiba, 2008.</em></p>
<p><em>FOTO &#8211; www.jornalcomunicacao.ufpr.br<br />
</em></p>
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		<title>s e r e m o s   p l u r a i s . . .</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Mar 2010 21:24:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gladimir Nascimento</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>

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		<title>Durval vai colaborar para esclarecer mais seis processos de licitação suspeitos no governo Roriz</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Mar 2010 14:36:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Primeira página]]></category>
		<category><![CDATA[Todo dia]]></category>

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		<description><![CDATA[Brasília – A delação premiada oferecida ao ex-secretário de Relações Institucionais Durval Barbosa em troca das denúncias do suposto esquema de arrecadação e distribuição de propina no Distrito Federal pode ser estendida às investigações dos contratos milionários firmados pela Companhia de Planejamento do Distrito Federal (Codeplan) com o Instituto Candango de Solidariedade (ICS), durante o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Brasília – A delação premiada oferecida ao ex-secretário de Relações Institucionais Durval Barbosa em troca das denúncias do suposto esquema de arrecadação e distribuição de propina no Distrito Federal pode ser estendida às investigações dos contratos milionários firmados pela Companhia de Planejamento do Distrito Federal (Codeplan) com o Instituto Candango de Solidariedade (ICS), durante o governo de Joaquim Roriz (PSC). Em 2004, os contratos somaram R$ 247,5 milhões.<span id="more-6039"></span></p>
<p>Em seis processos consultados pela Agência Brasil na 4ª Vara Criminal de Brasília, Durval é réu por ter firmado, como diretor-presidente da Codeplan, contratos de prestação de serviço considerados irregulares. Em todos os seis processos, o Ministério Público do Distrito Federal menciona a condição de colaborador do ex-secretário no inquérito da Operação Caixa de Pandora e as “tratativas necessárias para aferição da incidência e do alcance” da delação premiada.</p>
<p>A petição assinada pelo promotor Eduardo Gazzinelli Veloso em 10 de fevereiro, que atua na Caixa de Pandora, foi anexada às seis ações penais em que Durval é acusado de manter contratos ilegais com o ICS. É a mesma petição que consta no processo contra o ex-secretário pelo contrato para impressão de 168 mil contracheques dos funcionários dos 93 órgãos da administração pública atendidos pela Codeplan em 2001, como divulgou a Agência Brasil.</p>
<p>“Ao se dispor a contribuir com as investigações levadas a efeito no Inquérito 650 que tramita perante o Superior Tribunal de Justiça, o colaborador se colocou em posição especial segundo a legislação de regência da matéria, que pode influir na condução do presente feito”, sustenta o promotor.</p>
<p>Os processos estavam parados e foram retomados em 9 de dezembro de 2009, após a revelação dos vídeos de suposta distribuição de propina ao governador afastado José Roberto Arruda (sem partido) e a deputados distritais.</p>
<p>As investigações dos contratos do governo do Distrito Federal (GDF) com o ICS por meio da Codeplan começaram em 2004, durante o governo Roriz. Segundo o Ministério Público (MP), em vez de prestar serviços de assistência social, o instituto servia como intermediário na contratação direta de empresas e de funcionários para o GDF. A cada contrato que intermediava, o ICS acrescentava um percentual de sobrepreço.</p>
<p>Na denúncia oferecida à Justiça, o MP sustenta que, apenas em 2004, a Codeplan repassou R$ 247,5 milhões ao ICS para “pagamento de serviços e bens que deveriam ter sido contratados no mercado”. O processo 2009.01.1.192979-5, por exemplo, cita o contrato 003/2005, “cujo valor pactuado alcança a cifra milionária de R$ 40 milhões”, firmado em 7 de abril de 2005. O Ministério Público ressalta que esse contrato foi fechado apesar da recomendação para que a Codeplan não mais celebrasse “contrato de gestão” com o Instituto Candango de Solidariedade.</p>
<p>“O contrato de gestão vem sendo utilizado ilegalmente como subterfúgio para a contratação de terceiros sem licitação. A ilegalidade da contratação consiste no fato de se utilizar o Instituto Candango de Solidariedade como meio intermediador da contratação direta de empresas escolhidas entre os denunciados e o próprio ICS, dispensando-se o devido processo licitatório”, diz a denúncia de 26 de abril de 2005, acrescentando que os contratos seguiam o mesmo padrão há seis anos. Eles não duravam mais que três meses, quando era feita a rescisão. “Logo após a rescisão, um contrato de gestão subseqüente é imediatamente assinado e por um valor superior ao do contrato anterior.”</p>
<p>Esse padrão foi verificado pelo Tribunal de Contas do Distrito Federal (TCDF) na análise de dois contratos firmados em 2004. O contrato 22/2004, no valor R$ 37,5 milhões, foi firmado em 1º de setembro de 2004 e rescindido em 20 dezembro do mesmo ano. O objetivo era uma parceria entre a Codeplan e o ICS para “fomento e execução de atividades relativas à área de desenvolvimento tecnológico e institucional”. No dia seguinte à rescisão, em 21 de dezembro, novo contrato foi assinado com o mesmo fim. O contrato 23/2004, no entanto, somava R$ 47,5 milhões. Esse foi rescindido em 17 de fevereiro de 2005.</p>
<p>O TCDF concluiu que os contratos “formalizam uma relação contratual ilegal e antieconômica estabelecida entre as referidas entidades, desde a assinatura do primeiro ajuste em 26/02/99”. Pelo menos mais cinco contratos desse tipo apresentaram irregularidades graves, segundo o Tribunal de Contas.</p>
<p>Lísia Gusmão</p>
<p>Agência Brasil</p>
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		<title>Alice</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Nov 2009 12:11:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>

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		<description><![CDATA[PENSAGENS &#8211; FÁBIO MARCHIORO
Ela morava em um edifício amarelo, decadente. Estava descalça, usava só uma saída de banho azul marinho e disse que se chamava Alice. Não sobrou dinheiro para o presente do Augusto, meu amigo secreto daquele ano. Dei só uma desculpa, pois Alice ficou com tudo. Deixei, como ela pediu e segundo a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>PENSAGENS &#8211; FÁBIO MARCHIORO</p>
<p><a href="http://jornalismofm.com.br/wp-content/uploads/2009/11/JuarezMachado-WEB.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-5865" title="JuarezMachado-WEB" src="http://jornalismofm.com.br/wp-content/uploads/2009/11/JuarezMachado-WEB-150x150.jpg" alt="JuarezMachado-WEB" width="150" height="150" /></a>Ela morava em um edifício amarelo, decadente. Estava descalça, usava só uma saída de banho azul marinho e disse que se chamava Alice. Não sobrou dinheiro para o presente do Augusto, meu amigo secreto daquele ano. Dei só uma desculpa, pois Alice ficou com tudo. Deixei, como ela pediu e segundo a tradição, em cima da mesinha de cabeceira. Alta, comparada ao colchão que ficava no chão.</p>
<p><a href="http://www.pensagens.com/arquivo/pensagens/2009/11/alice.php">(A ilustração é uma tela de Juarez Machado. O TEXTO DO FÁBIO CONTINUA AQUI: ###)</a></p>
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		<title>Fábrica pioneira da Dinamarca consegue fazer etanol a partir de resíduos</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Nov 2009 18:34:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gladimir Nascimento</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>

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		<description><![CDATA[
Uma fábrica de etanol de segunda geração inaugurada hoje em Kalumdborg, a cerca de 100 km de Copenhage, deve acelerar a corrida para colocar no mercado um substituto para o etanol convencional, no qual o Brasil e líder. O combustível de segunda geração é produzido a partir de resíduos agrícolas, como a palha de milho, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://jornalismofm.com.br/wp-content/uploads/2009/11/palha.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-5807" title="palha" src="http://jornalismofm.com.br/wp-content/uploads/2009/11/palha.jpg" alt="palha" width="429" height="312" /></a></p>
<p>Uma fábrica de etanol de segunda geração inaugurada hoje em Kalumdborg, a cerca de 100 km de Copenhage, deve acelerar a corrida para colocar no mercado um substituto para o etanol convencional, no qual o Brasil e líder. O combustível de segunda geração é produzido a partir de resíduos agrícolas, como a palha de milho, ou de arroz, ou sorgo, ou ainda, o que mais nos interessa, do bagaço da cana.</p>
<p><span id="more-5797"></span></p>
<p>A planta piloto dos dinamarqueses aproveita vantagens circunstancialmente reunidas nas imediações de Copenhage. Em Kalumdborg se encontram instalações, processos e matérias primas complementares. Água quente, por exemplo, resultante da produção de energia pela Dong, que lidera a implantação da anova fábrica. Fazendas dinamarquesas entram com a palha de trigo e a Danisco e a Novozymes, maior fabricante de enzimas do mundo, fornecem as enzimas que quebram as moléculas de lignina da palha, liberando do residuo o etanol.</p>
<p>O processo é realizado a 180 graus Celsius. Depois desse cozimento, retira-se o álcool combustível e a biomassa que ainda resta é fragmentada em matéria-prima para fabricação de rações e pallets que podem ser queimados em sistemas convencionais de produção de energia termelétrica. Ou seja, o processo é fechado, sem nenhum resíduo.</p>
<p><a href="http://jornalismofm.com.br/wp-content/uploads/2009/11/fabrica.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-5809" title="fabrica" src="http://jornalismofm.com.br/wp-content/uploads/2009/11/fabrica.jpg" alt="fabrica" width="431" height="341" /></a></p>
<p>Com o etanol de segunda geração os europeus driblam o principal argumento usado contra o combustível verde, o de que sua fabricação leva à substituição de plantações que se dedicavam a produzir alimentos.</p>
<p>INVESTIMENTOS &#8211; Os dinamarqueses investiram 54 milhões de euros na nova fábrica, inaugurada às 13h de hoje pelo príncipe Joachim, da Dinamarca. A planta é um piloto capaz de produzir anualmente 5,4 milhões de litros de etanol, 13 milhões de pellets de lignina para obtenção de energia e 11,1 mil toneladas de material para a indústria de rações.</p>
<p><a href="http://jornalismofm.com.br/wp-content/uploads/2009/11/joachin1.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-5810" title="joachin" src="http://jornalismofm.com.br/wp-content/uploads/2009/11/joachin1.jpg" alt="joachin" width="474" height="260" /></a></p>
<p>FOTOS FORNECIDAS PELA INBICOM: 1) Detalhe da entrada da palha na caldeira em que será cozida para retirada do Etanol;  2) Vista geral da fábrica e  3) Príncipe Joachim, da Dinamarca, aciona a fábrica.</p>
<p>Gladimir Nascimento viajou a convite da Novozymes e do Consórcio do Clima.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Veja a íntegra do documento do Ipea sobre a distribuição de renda no Brasil entre 1995 e 2008</title>
		<link>http://jornalismofm.com.br/2009/11/veja-a-integra-do-documento-do-ipea-sobre-a-distribuicao-de-renda-no-brasil-entre-1995-e-2008/</link>
		<comments>http://jornalismofm.com.br/2009/11/veja-a-integra-do-documento-do-ipea-sobre-a-distribuicao-de-renda-no-brasil-entre-1995-e-2008/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 06 Nov 2009 10:40:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gladimir Nascimento</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>

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		<description><![CDATA[DESTAQUES:

O Sul (50%) ultrapassou o Sudeste (47%) na proporção de habitantes no estrato superior de renda
A renda per cápita cresceu 19,8% em termos reais
Mulheres lideram a ascensão para a renda intermediária
Homens lideram a ascensão para a maior renda
Participação dos negros aumentou em todos os níveis de renda

Dois terços do que ascenderam socialmente são assalariados

11,7 milhões [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="file:///C:/DOCUME%7E1/User/CONFIG%7E1/Temp/moz-screenshot-12.jpg" alt="" /><img src="file:///C:/DOCUME%7E1/User/CONFIG%7E1/Temp/moz-screenshot-13.jpg" alt="" /><span style="text-decoration: underline;"><strong>DESTAQUES:</strong></span></p>
<ul>
<li><span style="color: #000000;"><strong>O Sul (50%) ultrapassou o Sudeste (47%) na proporção de habitantes no estrato superior de renda</strong></span></li>
<li><span style="color: #000000;"><strong>A renda per cápita cresceu 19,8% em termos reais</strong></span></li>
<li><span style="color: #000000;"><strong>Mulheres lideram a ascensão para a renda intermediária</strong></span></li>
<li><span style="color: #000000;"><strong>Homens lideram a ascensão para a maior renda</strong></span></li>
<li><span style="color: #000000;"><strong>Participação dos negros aumentou em todos os níveis de renda<br />
</strong></span></li>
<li><span style="color: #000000;"><strong>Dois terços do que ascenderam socialmente são assalariados<br />
</strong></span></li>
<li><span style="color: #000000;"><strong>11,7 milhões abandonaram a condição de menor renda</strong></span></li>
<li><span style="color: #000000;"><strong>7 milhões entraram na classe média</strong></span></li>
<li><span style="color: #000000;"><strong>11,5 milhões entraram no grupo dos que têm renda maior<br />
</strong></span></li>
</ul>
<p><a href="http://www.ipea.gov.br/default.jsp"><span style="color: #000080;"><strong> </strong></span></a><span style="color: #000080;"><strong>PARA VER OS GRÁFICOS E A ÍNTEGRA DO RELATÓRIO,  SIGA O LINK:</strong></span><a href="http://www.ipea.gov.br/default.jsp"><span style="color: #000080;"><strong> </strong></span></a><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"><a href="http://www.ipea.gov.br/sites/000/2/pdf/091104_ComuPres34.pdf">íntegra do Comunicado da Presidência nº 34</a></span></p>
<p><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"><a href="http://jornalismofm.com.br/wp-content/uploads/2009/11/rd53not03img01.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-5750" title="rd53not03img01" src="http://jornalismofm.com.br/wp-content/uploads/2009/11/rd53not03img01.jpg" alt="rd53not03img01" width="136" height="91" /></a><br />
</span></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://jornalismofm.com.br/2009/11/veja-a-integra-do-documento-do-ipea-sobre-a-distribuicao-de-renda-no-brasil-entre-1995-e-2008/feed/</wfw:commentRss>
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		</item>
		<item>
		<title>10% dos brasileiros tiveram ascensão social após 1995, de acordo com relatório elaborado pelo Ipea</title>
		<link>http://jornalismofm.com.br/2009/11/10-dos-brasileiros-tiveram-ascencao-social-desde-1995/</link>
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		<pubDate>Fri, 06 Nov 2009 10:10:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>

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		<description><![CDATA[
São Paulo &#8211; Cerca de 13,5 milhões de brasileiros saíram da base da pirâmide social e econômica e passaram para o nível intermediário de renda de 1995 a 2008, segundo dados da pesquisa Trajetória da Mudança na Identidade e na Estrutura Social brasileira, divulgada hoje (5), pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Outros 6 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://jornalismofm.com.br/wp-content/uploads/2009/11/805424_slum.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-5729" title="805424_slum" src="http://jornalismofm.com.br/wp-content/uploads/2009/11/805424_slum.jpg" alt="805424_slum" width="391" height="79" /></a></p>
<p>São Paulo &#8211; Cerca de 13,5 milhões de brasileiros saíram da base da pirâmide social e econômica e passaram para o nível intermediário de renda de 1995 a 2008, segundo dados da pesquisa Trajetória da Mudança na Identidade e na Estrutura Social brasileira, divulgada hoje (5), pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Outros 6 milhões passaram para o nível superior de renda. A pesquisa divide a pirâmide em três extratos de renda: base, intermediário e superior.<span id="more-5728"></span></p>
<p>As regiões Sudeste e Nordeste são as que se destacaram com a ascensão da base para o nível intermediário de renda. Os estados do Sudeste responderam pela passagem de 4,9 milhões de pessoas no extrato intermediário, e os do Nordeste, por 4,6 milhões. Na Região Sul, saíram da base 1,5 milhão de indivíduos (11,1%), na Região Norte 1,4 milhão (10,4%) e no Centro-Oeste 1,1 milhão (8,1%).</p>
<p>Segundo o presidente do Ipea, Marcio Pochmann, o Nordeste voltou a ter o melhor desempenho econômico no setor privado e do ponto de vista das iniciativas públicas relacionadas aos investimentos. “Isso trouxe melhoras no mercado de trabalho. Parte significativa dos programas de transferência de renda é para a população mais pobre e que ainda continua residindo no Nordeste&#8221;, disse.</p>
<p>Pochmann afirmou que a sociedade brasileira voltou a ter mobilidade e esse quadro de ascensão social deriva das melhorias ocorridas no mercado de trabalho, em termos de ampliação do emprego e da renda. Ele explicou que os trabalhadores ocupados tiveram a maior mobilidade social.</p>
<p>“A ideia de pirâmide social no Brasil precisa ser reconfigurada, porque talvez estejamos caminhando para a figura de um barril como sendo uma redução da presença da população de menor renda e uma ampliação da renda intermediária, acompanhada inclusive de melhora na renda mais alta da população brasileira”, disse.</p>
<p>A pesquisa indica ainda que a população mais pobre está tendo mais acesso a bens como fogão, geladeira e rádio. Com relação ao fogão, tanto em 1998 como em 2008 quase 100% dos indivíduos dos três extratos sociais possuem o bem. Já a geladeira teve sua presença aumentada para 80,1% da base da pirâmide. Com relação ao telefone e à máquina de lavar, 62,6% e 13,1% da população da base da pirâmide já possuem esses aparelhos.</p>
<p>“Não é possível mais identificar na posse de televisão, geladeira e rádio se a pessoa pertence a um extrato de renda baixo ou alto. Praticamente há uma homogeneidade no consumo desses bens. O que talvez diferencie seja a qualidade, a marca desses bens”, disse Pochmann.</p>
<p>Para ele, as políticas públicas necessitam de uma redefinição para acompanhar as mudanças sociais e geográficas do país. “Havia uma avaliação de que a maior renda estava concentrada na região metropolitana. Mas percebemos que há uma interiorização do segmento de maior renda e, ao mesmo tempo, as grandes cidades acumularam um segmento de menor renda.”<br />
Flávia Albuquerque<br />
Agência Brasil</p>
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		<title>Dica do FBI leva à prisão de 3 por pedofilia em Curitiba, Maringá e Joinville</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Nov 2009 14:37:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Curitiba &#8211; A Polícia Federal prendeu na manhã de hoje (5), em Campo Largo (PR), Maringá e Joinville (SC), três homens acusados de diversos crimes graves previstos no Estatuto da Criança e do Adolescente e no Código Penal, cometidos contra crianças. Eles foram levados para a sede da PF em Curitiba, no bairro Santa Cândida.
De [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Curitiba &#8211; A Polícia Federal prendeu na manhã de hoje (5), em Campo Largo (PR), Maringá e Joinville (SC), três homens acusados de diversos crimes graves previstos no Estatuto da Criança e do Adolescente e no Código Penal, cometidos contra crianças. Eles foram levados para a sede da PF em Curitiba, no bairro Santa Cândida.<span id="more-5717"></span></p>
<p>De acordo com o chefe da Comunicação Social, Marcos Koren, as prisões decorrem da investigação que envolve um pedófilo, um rapaz de 23 anos, estudante de medicina, preso em Campo Largo, no dia 13 de outubro, depois de o FBI ter comunicado à polícia brasileira o envolvimento dele com grupo que tinha esquema de pornografia infantil nos Estados Unidos.</p>
<p>Segundo Koren, foram descobertos outros abusos sexuais registrados em imagens distribuídas pela internet. Os três mandados de prisão, expedidos pela Justiça Federal de Curitiba, foram cumpridos por policiais do Núcleo de Repressão aos Crimes Cibernéticos e por peritos criminais da Polícia Federal, especializados na repressão a esse tipo de crime.</p>
<p>Lúcia Nórcio</p>
<p>Agência Brasil</p>
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		<title>PIB brasileiro aumentou 6,1% em 2007, o maior crescimento da economia nacional em 23 anos</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Nov 2009 18:40:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Rio de Janeiro &#8211; O Produto Interno Bruto (PIB) cresceu 6,1% em 2007 em relação ao ano 2006, alcançando a maior expansão em 23 anos. O maior percentual era  de1986, quando teve a economia avançou 7,5%. Os dados foram divulgados hoje (4) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que apresentou a revisão [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Rio de Janeiro &#8211; O Produto Interno Bruto (PIB) cresceu 6,1% em 2007 em relação ao ano 2006, alcançando a maior expansão em 23 anos. O maior percentual era  de1986, quando teve a economia avançou 7,5%. Os dados foram divulgados hoje (4) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que apresentou a revisão do PIB, calculado preliminarmente em 5,7%.</p>
<p><span id="more-5704"></span></p>
<p>Com a revisão, o PIB alcançou R$ 2,661 trilhões em valores correntes. A principal contribuição para o crescimento veio do consumo das famílias (6,3%) e dos gastos dos governos (5,1%). O taxa de investimentos das empresas (máquinas, novas unidades) passou a representar 17,4% do PIB, acima dos 16,4% de 2006.</p>
<p>Os dados refletem o bom momento da economia no período anterior à crise internacional de 2008, que provocou uma forte freada no crescimento do PIB brasileiro. O coordenador de Contas Nacionais do IBGE, Roberto Olinto, disse que os dados agora são definitivos e incorporam pesquisas consolidadas dos núimeros da economia do país. “Fizemos uma revisão em tudo. Não tem como apontar um único fator”, esclareceu.</p>
<p>Entre as famílias, as despesas foram influenciadas pelo aumento da formalização do trabalho, dos salários e do acesso ao crédito. Os governos, por sua vez, se beneficiaram da expansão da arrecadação de impostos.</p>
<p>Houve aumento de 1,6% da ocupação no mercado de trabalho entre 2006 e 2007, o que representou 1,5 milhão de novos empregos. A remuneração dos trabalhadores teve alta de 13,1%.</p>
<p>Na revisão, o setor de serviços que inclui o comércio e responde por dois terços do PIB teve o valor de participação corrigido de 5,4% para 6,1%. A indústria, puxada pela atividade de transformação, avançou de 4,7% para 5,3%. Por outro lado, a agropecuária teve os dados revisados para baixo, marcando recuo de 5,9% da estimativa preliminar para 4,8%.</p>
<p>Segundo o IBGE, a agropecuária representou 5,6% da economia do país em 2007 e registrou um crescimento menor na lavoura do algodão, de cana de açúcar e criação de bovinos. Influenciou positivamente o acréscimo de 22,2% na produção de milho.</p>
<p>Isabela Vieira</p>
<p>Agência Brasil</p>
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		<title>Tristes trópicos</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Nov 2009 01:13:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>

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		<description><![CDATA[A mágica de Lévi-Strauss consistia em chegar rapidamente ao centro de cada questão, com simplicidade e objetividade. Foi assim que ele descreveu a noção apalermada que o branco tem do índio contemporâneo: fica pasmado por não encontrar um homem de tanga que erra os tempos verbais. Não encontrar o estereótipo que procura faz com que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A mágica de Lévi-Strauss consistia em chegar rapidamente ao centro de cada questão, com simplicidade e objetividade. Foi assim que ele descreveu a noção apalermada que o branco tem do índio contemporâneo: fica pasmado por não encontrar um homem de tanga que erra os tempos verbais. Não encontrar o estereótipo que procura faz com que o branco classifique todo índio como aculturado, como se todo o mundo mudasse mas ao índio fosse obrigatório permanecer congelado em ilustrações naturalistas do Século XVIII.</p>
<p>Embora esta não seja a parte mais conhecida de seu trabalho, Lévi-Strauss esteve também no Paraná e escreveu sobre Nova Dantzig (Cambé) e a ocupação do Norte cafeeiro. &#8220;Tristes Trópicos&#8221;, publicados tardiamente no Brasil, está entre as obras antropológicas mais importantes para a compreensão do homem brasileiro.</p>
<p><a href="http://jornalismofm.com.br/wp-content/uploads/2009/11/levi1.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-5670" title="levi" src="http://jornalismofm.com.br/wp-content/uploads/2009/11/levi1.jpg" alt="levi" width="476" height="320" /></a></p>
<p>Brasília &#8211; A morte do filósofo e antropólogo francês Claude Lévi-Strauss, anunciada hoje (3) em Paris, tem impacto especial sobre os cientistas sociais brasileiros. O intelectual ajudou a fundar a antropologia no Brasil ao participar, ao longo da década de 1930, de uma missão francesa que ajudou a fundar a Universidade de São Paulo (USP). <span id="more-5668"></span></p>
<p>O pensador foi pioneiro no estudo sobre as formas de organização e comportamento dos povos indígenas do continente americano. Com base em pesquisas e expedições feitas no Brasil com povos indígenas de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Rondônia, Lévi-Strauss escreveu em 1955 o livro Tristes Trópicos.</p>
<p>“Ele permitiu contato íntimo com a mentalidade indígena”, diz a professora do departamento de antropologia da Universidade de Brasília (UnB) Marcela Coelho de Souza que considera o trabalho de Lévi-Strauss imprescindível.</p>
<p>“Sua obra é incontornável se queremos entender como pensam os índios”, diz a professora citando também outros livros americanistas como as chamadas “obras mitológicas”: O cru e o cozido (1964); Do mel às cinzas (1966); A origem das maneiras à mesa (1968) e O Homem Nu (1971).</p>
<p>Para a professora, que é coordenadora do curso de graduação de antropologia na UnB, o pensamento de Lévi-Strauss não está superado. “Ele é um clássico e assim cobre muitas leituras. Sua análise pode ser lida e utilizada ainda hoje diante de outros paradigmas”, defende.</p>
<p>Gilberto Costa</p>
<p>Agência Brasil</p>
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