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Frango frito

O dono da granja teve o pescoço cortado

O dono da granja teve o pescoço cortado

Galatto tomou um senhor frango contra o Náutico e foi execrado, condenado, amaldiçoado e único culpado pelo fracasso do Atlético contra o Timbu.

Como se só ele tivesse jogado mal…

Mas tudo bem, o assunto não é esse. É que com a falha de Galatto, o técnico Geninho entendeu que ele não serve mais para o gol atleticano e vai colocar Vinícius na função.

Tudo ok, não fosse o fato de, anteriormente, o contrário ter acontecido: Vinícius tinha falhado e perdeu a posição para Galatto. Ou seja: no Atlético de Geninho, não se pode errar.

Goleiro é posição de confiança. Deixar os dois goleiros do grupo sob tensão, já que quando erram deixam o time, não é lá muito genial.

O curioso é que Geninho foi goleiro.

A salvação da lavoura

O centenário já tem despesas pagas (foto: Kauana Bechtloff)

O centenário já tem despesas pagas (foto: Kauana Bechtloff)

Semifinalista da Copa do Brasil, o Coritiba finalmente deu uma alegria a torcida.

Nem foi pela vitória, magra e jogando mal, contra a Ponte Preta. E sim pela qualificação que deixa o time com a chance de conquistar uma taça no ano em que comemora 100 anos.

Aliás a vaga veio em Campinas, no empate em 2 a 2, porque 0 0 a 0 até o gol de Ariel Nahuelpan, já aos 43 do segundo, dava a vaga pelos gols fora. O que permitiu que o time administrasse o resultado.

Agora, é tudo lucro. Mesmo.

O clube equilibra as finanças com a verba que virá das TVs para a transmissão dos jogos, ganha em premiação e, venha Flamengo ou Inter/RS, terá casa cheia no jogo do Couto.

Foi a salvação da lavoura numa temporada de vacas magras.

Por outro lado, a torcida espera mais. A taça do Estado ficou com o Atlético; chegar nas semis é bom, mas cair não rende mais alegrias que as financeiras; e no Brasileiro, todos sabem que as chances de fazer algo a mais são pequenas.

Para mim, é hora de acreditar mais. Perguntam: o Coritiba pode ser campeão da Copa do Brasil? Claro que sim. Só ele e mais três. As chances serão iguais e nenhum esforço deve ser poupado nessa hora. Sem pensamento pequeno, pessoal.

Ouça o gol da vitória do Coritiba sobre a Ponte, na transmissão da 91 Rock, clicando aqui.


Apito e fôlego

O negócio é correr dobrado

O negócio é correr dobrado

O Atlético empatou com o São Paulo no Morumbi em 2 a 2 nesse domingo e marcou o primeiro pontinho no Brasileirão.

Mas podia ter vencido, não fossem os erros do trio de arbitragem. De dois deles, ao menos. Os brasilienses Wilton Pereira Sampaio, que apitou o jogo, e o auxiliar Marrubson Melo Freitas (Marrubson??) não viram um pênalti em Marcinho, nem o toque de mão de Washington e o impedimento de André Lima no impedimento sampaulino.

Dá pra espernear sim, embora não vai resolver nada. O negócio mesmo é correr dobrado.

E por falar nisso, o que acontece com o técnico Geninho, que não mexe no time quando os jogadores apresentam cansaço?

No jogo contra o Corinthians, foi assim: o Atlético correu o que podia e o que não podia. Fez 3 a 0, jogando bonito. Mas cansou e nada de Geninho mexer. Acabou que o Corinthians fez 2 gols e, na soma, fez a diferença pra ficar com a vaga.

Contra o São Paulo, a mesma coisa: o time joga no limite, se esforça, faz boa partida. E quando cansa, Geninho não mexe.

Das duas uma (ou as duas mesmo): ou a preparação física do Atlético é uma porcaria ou Geninho não acredita que tem jogadores bons o suficiente para entrar em partidas importantes.

Seja qual opção for, ele tem que dizer de público.

Porque mesmo ele, ídolo da torcida, pode ser chamado de burro.

Se você não acompanhou o jogo, ouça os gols do Atlético na transmissão da 91 Rock:

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