Currently Browsing: Blog da redação

Simulado de Matemática do Enem

Para ler a prova, clique sobre a imagem

Para ler a prova, clique sobre a imagem

Para ler as outras provas, clique:

Ciências Humanas

Linguagens

Ciências Naturais

Simulado de Linguagens do Enem

Para ler a prova, clique sobre a imagem

Para ler a prova, clique sobre a imagem

Para ler as outras provas, clique:

Ciências Humanas

Ciências Naturais

Matemática

Simulado de Ciências Humanas do Enem

Para ler a prova, clique sobre a imagem

Para ler a prova, clique sobre a imagem

Para ler as outras provas, clique:

Ciências Naturais

Linguagens

Matemática

Simulado de Ciências Naturais do Enem

Para ler a prova, clique sobre a imagem

Para ler a prova, clique sobre a imagem

Para ler as outras provas, clique:

Ciências Humanas

Linguagens

Matemática

Morremos Michael

Michael Jackson está morto e me parece que com ele vai também uma parte da alma da indústria cultural, esta do todo-dia. Meu pai lamentou, “morreu um preto”, apesar da pele translúcida dos últimos clipes. O vitiligo sempre esteve sob a suspeita de uma cafonice existencial. “Era possível?”, perguntei ao dermatologista, “daquele jeito não”, respondeu. Doutor e artista compartilham: é o jeito que não vale, a forma. O gravurista achou ridículo um ataque cardíaco, “que morte ridícula”. Sofremos um golpe.

Completam-se agora vinte e quatro horas de manchetes sucessivas. Desdobramentos do desdobramento anterior, volumes cadenciados, toques pré-editados. Emblemática: “Uma vida de fantasia e tragédia” – o cara não era cantor? O Los Angeles Times não menciona. Na chamada, no título, na gravata. Nada.

Beat It, Billie Jean, Thriller, sucessos nas paradas. Zapeando parei na Educativa, o Michael era vivo ainda, uns anos atrás. Um velho naquele tom marcha lenta da sabedoria etária dizia que os Estados Unidos não usavam mais porta-aviões, era muito caro. Mandavam o Michael, a Madonna. Duplinha. Mandavam o Adorno, o Horkheimer. Duplinha por minha conta.

Os sinais da exaustão ficaram óbvios. Tropecei neles ao sair de casa, na porta dos bares, nos corredores do discurso desdobrado. Cansamos o espetáculo, de tanto consumi-lo, incansavelmente, devorando cada epígrafe, letra por letra, semanticamente ignorantes, palavra por palavra, significações pressupostas, Susana Vieira foi traída por um homem cocainômano.

Michael Jackson está morto e me parece que com ele vai também uma parte da alma da indústria cultural, esta do todo-dia. É necessário guardar o cadáver ainda fresco embaixo da notícia. Há uma semana, talvez duas, li na internet, site de fofoca, “o sucessor é o Justin Timberlake”. É assim mesmo, a rotinização dos insultos, o processos produtivo das comparações compulsórias, newsmaking. Mal de jornalista, eu dou primeiro, depois vou embora, tarde demais, o próximo Michael não é de verdade, nem nunca será, antes de terminar o receptor estará a dez quarteirões de distância publicando seu ódio.

Passamos os últimos anos tirando a legitimidade de nossas escolhas. O público que se dane, a gente pensa quando bebe umas com os colegas, especialmente os comunistas e os reacionários, somos cartesianos nas definições que se resumem à boa composição das frases, de modo que se tenham mais alguns segundos de atenção para, no momento seguinte, sentir aquele frio na coluna da consciência nos chamando de imbecis. Foi sempre o Homer Simpson, espectador do Nacional, que mandou. Os gráficos da audiência sempre valeram mais, mas é sempre no cu do jornalista.

O caixão do Michael, tomara seja branco, é também um símbolo inconsumível de que todas estas palavras estão muito mal colocadas.

Brasil tem 680 mil fora da escola

Brasília – Relatório divulgado hoje (9) pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) mostra que o Brasil registrou avanços importantes na educação nos últimos 15 anos. O estudo Situação da Infância e da Adolescência Brasileira 2009 – O Direito de Aprender aponta que os “grandes investimentos” feitos na área desde a década de 90 permitiram ampliar o número de matrículas.

Cerca de 27 milhões de estudantes estão nas salas de aula, o que corresponde a 97,6% das crianças entre 7 e 14 anos. Mas o Unicef chama a atenção para o fato de que a parcela ainda fora da escola (2,4%) representa 680 mil brasileiros nessa faixa etária.

Segundo o documento, “as desigualdades presentes na sociedade ainda têm um importante reflexo no ensino brasileiro”. O relatório alerta que são os grupos mais vulneráveis da população que enfrentam dificuldades para ter acesso à educação e concluir os estudos.

“As mais atingidas são as [crianças] oriundas de populações vulneráveis como as negras, indígenas, quilombolas, pobres, sob risco de violência e exploração, e com deficiência”, cita o estudo. Segundo dados divulgados pelo Unicef, do total de crianças que não frequentam a escola, 450 mil são negras e pardas e a maioria vive nas regiões Norte e Nordeste.

O relatório ressalta que, enquanto em Santa Catarina 99% das crianças e adolescentes têm acesso à educação, no Acre esse percentual cai para 91,3%.

Com o acesso à escola quase universalizado, o desafio para o país, de acordo com o fundo, é garantir educação de qualidade e, principalmente, reduzir as desigualdades.

Entre os avanços alcançados pelo Brasil nas últimas décadas, o estudo destaca a redução do analfabetismo em consequência do aumento da taxa de escolarização. O Unicef ressalta que a queda tem sido maior entre os grupos mais jovens. “A menor taxa de analfabetismo [segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios de 2007] ficou com o grupo de 15 a 17 anos, 1,7%”, diz o texto.

Os altos índices de repetência e abandono escolar são um aspecto importante que precisa ser enfrentado, segundo a organização. A reprovação tem forte impacto na adequação idade-série, ou seja, o aluno cursar a série indicada para a sua idade.

Segundo o relatório, apesar de passar em média dez anos na escola, os estudantes brasileiros completam com sucesso pouco mais de sete séries. “De acordo com os dados do Censo Escolar de 2006, a quantidade de concluintes do ensino fundamental corresponde a 53,7% do número de matrículas na 1ª série deste nível de ensino no mesmo ano. No ensino médio, a proporção entre matriculados na 1ª série e os concluintes é ainda menor: 50,9%”, aponta o estudo.

O Unicef destaca que a ampliação da obrigatoriedade do ensino é fundamental para garantir a todos o acesso à educação. Hoje apenas o ensino fundamental (dos 7 aos 14 anos) é obrigatório. O fundo recomenda que a educação infantil (para crianças de 4 e 5 anos) e o ensino médio (dos 15 aos 17 anos) também sejam incluídos. Proposta de emenda à Constituição que estende a obrigatoriedade a essas etapas de ensino tramita no Congresso Nacional.

Segundo o relatório, nas nações desenvolvidas a escolaridade obrigatória varia de dez a 12 anos e engloba o ensino médio. Em alguns países como a Alemanha, a Bélgica e a Holanda, a escolarização obrigatória chega a 13 anos.

“Em conjunto com uma educação de qualidade, cujo pilar é a valorização do trabalho do professor, a permanência na escola por mais tempo garante aos estudantes uma aprendizagem mais ampla e consciente, o que coloca esses países nos lugares mais altos dos rankings dos exames internacionais”, diz o documento.

(Amanda Cieglinski – Agência Brasil)

Frango frito

O dono da granja teve o pescoço cortado

O dono da granja teve o pescoço cortado

Galatto tomou um senhor frango contra o Náutico e foi execrado, condenado, amaldiçoado e único culpado pelo fracasso do Atlético contra o Timbu.

Como se só ele tivesse jogado mal…

Mas tudo bem, o assunto não é esse. É que com a falha de Galatto, o técnico Geninho entendeu que ele não serve mais para o gol atleticano e vai colocar Vinícius na função.

Tudo ok, não fosse o fato de, anteriormente, o contrário ter acontecido: Vinícius tinha falhado e perdeu a posição para Galatto. Ou seja: no Atlético de Geninho, não se pode errar.

Goleiro é posição de confiança. Deixar os dois goleiros do grupo sob tensão, já que quando erram deixam o time, não é lá muito genial.

O curioso é que Geninho foi goleiro.

Vamos ajudar!!!!

Recebi o importante  recado abaixo no meu orkut, da minha amiga e também jornalista Isabela Ferreira.Acho que podemos somar.

Caros  Amigos!!!!

O Centro de Convivência Menina Mulher, uma ONG muito bacana e séria de Curitiba, faz todo ano, uma festa para as meninas atendidas na ONG.

Todo ano tem e elas amam; afinal, diante de tantos maus tratos, um carinho vem sempre em boa hora...com bons ventos...

O baile desse ano, acontece antes do final do ano. Por enquanto, o convite é para quem pode e quer participar da organização do baile.

É bem importante qualquer tipo de ajuda.
Esse é o 4º Baile de Debutantes.

A ONG conta com o apoio de todos e quem puder, pode se prontificar a ajudar as mulheres e meninas de todas as formas. A responsável pela ONG é a Stela.
Rua Eugênio Parolin, 244
3332-6551
ccmmong@hotmail.com

Festival de Curitiba despatriado

[poll id="3"]

O novo da Jornalismo FM

Aqui a gente faz as coisas no muque, não tem tempo ruim. Acho que é por isso que decidimos ficar juntos. Um planta, o outro colhe, mas todo mundo come a mesma comida. O site é todo nosso, sem programadores ou designers. Tivemos a graça de uma doação de lay-out e o resto é livre. Igual nossa cooperativa.

Esta foi uma pequena declaração de amor, livre. Agora o site mesmo.

Mudamos de cara para facilitar sua leitura. Arquitetamos tudo para que o mais importante seja o conteúdo, o jornalismo. Na capa há uma categoria principal: a Primeira página; depois os destaques e ao lado destes as últimas notícias. As mais lidas na semana ganham a importância que merecem.

Lá embaixo o Blog da redação, os comentários que você faz e os links de nossos parceiros e amigos.

Na coluna da direita deu interatividade. O player para ouvir a rádio (leia mais no subtítulo). A nuvem de tags é nosso método de separar editorias. Todas as matérias são publicadas em uma mesma categoria e as tags resumem o conteúdo principal de cada coisa. É um jeito de saber sobre o que estamos falando mais. Por favor, vote nas enquetes (a última empatou duas opções por várias horas).

O dilema do player

O que temos agora: uma transmissão feita para Windows Media Player. Caso use o Firefox, há um link para baixar o plugin. Caso use Mac, estamos resolvendo o problema. Em breve vamos oferecer outro padrão e diferentes opções de velocidade.

Uma dúvida recorrente era que, ao navegar no site, o usuário parava de ouvir a rádio e tinha de reconectar. Para isso deixamos um link Abra em uma nova janela embaixo do player. Que tal?

página 1 de 212
Desenvolvido em Wordpress | Desenhado por Elegant Themes | Personalizado por Jornalismo FM