A internet banda larga no Brasil é cara e as empresas oferecem um serviço medíocre.
Nós pagamos de 3 a 10 vezes mais pela internet de alta velocidade no Brasil, se compararmos os preços daqui com os de países desenvolvidos.
Você come carne? Tem muita gente por aí que prefere um prato cheio de folhas a um suculento bife mal passado. Eduardo Sales Filho, Maira Moraes, Lucio Luiz e Flavio Soares são carnívoros convictos, mas resolveram encarar o desafio de falar sobre os vegetarianos.
Para realizar essa missão tão complexa, a equipe do podcast mais pesado do Brasil recebeu os convidados especiais Gabriel Cato e Jônatas Galasso e bateram um papo sério e informativo sobre crueldade contra animais, os tipos de vegetarianos, e as vantagens e desvantagens de seguir o vegetarianismo.
No programa de hoje, saiba qual palavra o Lucio não consegue pronunciar direito, aprenda como tirar leite de soja, descubra quais celebridades são vegetarianas, se junte à campanha “Vai dançar, Dudu” e tente segurar o riso quando as piadinhas infames começarem a brotar.
Pegue o seu hamburguer de soja e prepare-se, pois o Papo de Gordo está começando!
COMENTADO NA LEITURA DE E-MAILS
Primeiro post do Contrapeso/Papo de Gordo
Maira e Dudu no Mundo Rod Podcast
Dudu no Podcast Iniciativa Dharma
Comunidade do Papo de Gordo no Orkut
Papo de Gordo no Top 10 podcasts
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Cantora fica nua para defender o vegetarianismo
PARA VER NO YOUTUBE
Terráqueos – Cuidado, este vídeo tem cenas fortes.
Facebook, com os 250 milhões de usuários, virou alvo predileto de hackers.
Fique atento.
Brasília – A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou hoje (25) o regulamento que permite a utilização da rede de energia elétrica para a transmissão de internet banda larga. Com o sistema, conhecido como PLC (do inglês, Power Line Communications), as tomadas residenciais passam a ser pontos de rede, quando conectadas a um modem.
A Aneel estabeleceu que o uso dessa tecnologia não poderá comprometer a qualidade do fornecimento de energia elétrica para os consumidores e, se houver necessidade de investimento na rede, o custo será de responsabilidade da empresa de telecomunicações. As redes também poderão ser utilizadas para levar televisão por assinatura aos consumidores.
Segundo o regulamento aprovado hoje, as concessionárias de energia deverão criar uma empresa subsidiária para ofertar o serviço. A agência também prevê que as receitas obtidas pelas concessionárias de energia com o aluguel dos fios para as empresas de internet serão revertidas para a redução de tarifas de eletricidade.
A Aneel garante que o emprego da tecnologia vai permitir novos usos para as redes de distribuição de energia elétrica, sem que haja necessidade de expansão ou adequação da infra-estrutura já existente. Segundo a agência, a economia deve representar uma redução de custos para os consumidores.
O acesso à internet banda larga por meio da rede elétrica já tinha sido aprovado pelo conselho diretor da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e foi submetido à consulta pública pela Aneel por 90 dias.
Sabrina Craide
Agência Brasil
Rio de Janeiro – O número de negros assassinados no Brasil é duas vezes maior do que o de brancos, apesar de cada grupo representar cerca de metade da população do país.
A constatação é de um levantamento feito pelo Laboratório de Análises Econômicas, Históricas, Sociais e Estatísticas das Relações Raciais da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), com base em dados do Sistema Único de Saúde (SUS) referentes a 2006 e 2007.
Nesses dois anos, 59.896 negros foram assassinados. Entre os brancos, o número foi de 29.892. A diferença entre o número de homicídios de negros e brancos é maior entre as crianças e jovens de 10 a 24 anos. Entre os maiores de 40 anos, o número de homicídios é quase o mesmo nos dois grupos.
Segundo o coordenador do laboratório, Marcelo Paixão, os números mostram que os negros estão sujeitos a uma exposição maior de risco que os brancos, em várias partes do país. “Isso é determinado por razões que são sociais, ou seja, pelo modo de inserção das pessoas no interior da sociedade, e que fazem com que elas tenham maiores probabilidades de virem a sofrer um atentado violento contra suas vidas ao longo de seu ciclo de vida”, explicou.
Um dos fatores sociais que poderia explicar esse risco maior é o local de moradia, já que muitos negros moram em áreas mais violentas, como as favelas do Rio de Janeiro, de São Paulo ou de Pernambuco.
Além disso, de acordo com Paixão, há pesquisas que mostram que a letalidade policial – a morte provocada por policiais – é maior entre os negros do que entre os brancos. Um terceiro fator seria a baixa autoestima da juventude negra que vive em áreas pobres e que não vê escolhas para a sua vida, e que, por isso, teria mais probabilidades de se envolver em situações de risco.
A maior desigualdade entre homicídios de brancos e negros é encontrada na Região Nordeste. Enquanto a relação populacional da região é de 2,4 negros para cada branco, a relação de mortes é de dez negros para cada branco.
Já a Região Sul é a única do país onde essa tendência não é sentida, visto que a relação populacional e a relação de homicídios por cor é igual: 0,2 negro para cada branco.
Vitor Abdala
Agência Brasil
O colunista Alessandro Martins reuniu dez ótimos motivos para mergulhar no clássico de Shakespeare. Pode ser pela leitura, mas também vale apreciar uma bela encenação de Hamlet. Confira o áudio e o texto no site do colunista
São Paulo – Os problemas na voz geram em média cinco faltas por ano entre os professores da educação básica no país, de acordo com um estudo realizado pelo Centro de Estudos da Voz (CEV) em parceria com o Sindicato dos Professores de São Paulo (Sinpro-SP) e a Universidade de Utah, nos Estados Unidos.
Segundo a pesquisa, 35% dos professores entrevistados relataram a presença de cinco ou mais problemas vocais, e 63% disseram já ter tido algum problema durante a vida. Os dados indicam que 16,7% dos professores consideram que terão de mudar de profissão no futuro por conta dos problemas vocais.
O questionário com 35 perguntas foi aplicado para 3.265 pessoas, das quais 1.651 eram docentes. Entre os professores, 63,1% afirmaram ter alterações vocais. Entre os não professores, 35,1% afirmaram a mesma coisa. Os principais problemas relatados são: cansaço vocal (92%), desconforto para falar (90,4%), esforço para falar (89,2%), garganta seca (83,4%), rouquidão (82,2%), dificuldade para projetar a voz (82,8%), instabilidade ou tremor na voz (79,3%), dor na garganta (72,7%).
Segundo a diretora do Centro de Estudos da Voz (CEV), Mara Behlau, o professor é objeto de estudo dos fonoaudiólogos há pelo menos 20 anos e, em todo esse período, a situação continua a mesma. “O professor tem na sua voz um recurso essencial em sala de aula e nosso professor está doente, com problemas de voz que o colocam em uma situação de risco muito grande e comprometem a efetividade de aprendizagem, e sua permanência com modelo de comunicação em relação aos seus alunos”, afirmou a coordenadora do estudo.
Mara ressaltou que os problemas fazem com que os docentes mudem a forma de trabalho, diminuindo o tempo que falam e substituindo as explicações por vídeos e seminários. Além disso, as dificuldades também acarretam prejuízos graves na qualidade de vida. “A pessoa que resolve ser professor evidentemente faz porque gosta. Então, pegar um professor e tirar de sala de aula também não ajuda. Colocá-lo em uma biblioteca, em uma secretaria não é a resposta que o professor quer.”
De acordo com uma das autoras da pesquisa, a fonoaudióloga do Sinpro-SP, Fabiana Zambon, os professores lecionam em condições desfavoráveis para o uso da voz: competem com ruídos externos à sala de aula ou mesmo internos, trabalham com número alto de alunos, dificilmente usam microfone para dar aula e lecionam dois ou três períodos o que faz com que falem muito durante o dia.
“Somado a tudo isso e talvez o mais importante é que ele não tem informação. Ele entra em um mercado de trabalho que usa muito a voz podendo ter uma alteração vocal sem saber como cuidar, porque não tem na formação uma disciplina que ensine isso e então ele só procura ajuda quando já tem alguma alteração.”
Para prevenir os problemas de voz, a fonoaudióloga indica que o professor siga algumas recomendações como beber água em pequenos goles constantemente durante a aula, articular bem as palavras, evitar o contato direto com o pó de giz, manter alimentação saudável e regular, evitar o café e bebidas gasosas, não fumar e comer uma maçã, que limpa a boca e ajuda a movimentar a musculatura responsável pela articulação das palavras.
Outras recomendações são se espreguiçar ao acordar para relaxar os músculos e, ao tomar banho, deixar a água cair nos ombros fazendo movimentos circulares com a cabeça também para diminuir as tensões diárias. É importante também fazer intervalos para descansar a voz, utilizar recursos que aumentem a participação dos alunos na sala de aula e fazer exercícios de aquecimento e desaquecimento com a orientação de um fonoaudiólogo.
Fabiana recomendou ainda que o professor faça uma avalização vocal e evite gritar, sussurrar, pigarrear, falar de costas ou de lado para os alunos. Para evitar que o pó de giz entre na garganta, o ideal é que não se fale ao escrever na lousa. Outra dica é chupar bala forte quando a garganta estiver irritada.
“A maior parte dos professores procura ajuda quando já tem alteração de voz. Vemos que eles têm múltiplos sintomas, que relatam ter muitas alterações, mas eles não têm informação. Quando não temos muita informação, só procuramos o auxílio quando sentimos alguma coisa. Queremos levar a prevenção para que o professor tenha mais condições de trabalho e tenha a informação”, afirmou Fabiana.
Flávia Albuquerque
Agência Brasil
Brasília – Cerca de 8,5 mil contribuintes que estavam na malha fina há quatro anos receberam ontem (24) devolução de imposto retido pelo Fisco. A Receita Federal depositou as restituições do lote residual da Declaração do Imposto de Renda 2005 (ano-base 2004).
A consulta estava aberta desde a última segunda-feira (17). Ao todo, a Receita desembolsou R$ 9,94 milhões para 8.436 pessoas físicas. As restituições têm correção de 56,26%, correspondente à variação da taxa Selic desde maio de 2005.
Esses não são os únicos contribuintes que recebem dinheiro do Imposto de Renda nesta semana. Amanhã (25), a Receita libera o pagamento do lote da malha fina de 2006 (ano-base 2005). Terão direito à restituição 10.072 contribuintes que receberão R$ 14,8 milhões de reais, com correção de 39,16%.
Na quarta-feira (26), mais 12.347 pessoas físicas que fizeram a declaração em 2007 (ano-base 2006), terão a restituição depositada na conta corrente. A Receita gastará R$ 25,8 milhões com esses contribuintes.
A relação dos beneficiados está disponível desde a última semana na página da Receita na internet (www.receita.fazenda.gov.br). A consulta está liberada desde o dia 17 para a malha fina de 2005, desde o dia 18 para o lote residual de 2006 e desde o dia 19 para as declarações de 2007.
Para saber se teve a declaração liberada, o contribuinte pode consultar o endereço eletrônico da Receita ou ligar para o telefone 146. Caso o valor não seja depositado, o contribuinte poderá ir a qualquer agência do Banco do Brasil ou ligar os telefones 4004-0001 (capitais), 0800-729-0001 (demais localidades) e 0800-729-0088 (deficientes auditivos), para agendar o crédito em conta corrente ou poupança, em seu nome, em qualquer banco.
Além das pessoas que receberão restituições, a Receita encontrou contribuintes com impostos devidos nos três lotes da malha fina. No total, 73.162 pessoas físicas terão de pagar R$ 308,2 milhões em tributos atrasados.
Wellton Máximo
Agência Brasil
Brasil entra na onda do Facebook e boa parte do crescimento da rede social ocorre aqui, ancorado na migração do popular Orkut.
Brasília – As entidades sindicais estão programando mobilizações esta semana na Câmara em favor da aprovação da proposta de emenda à Constituição que reduz para 40 horas a jornada de trabalho semanal.
A PEC está na pauta para votação em plenário e o assunto já foi discutido em audiências públicas com empregados e empregadores na comissão-geral criada para tratar do tema.
De acordo com a Força Sindical, no ano passado os trabalhadores da área farmacêutica foram a primeira categoria a reduzir coletivamente a jornada de trabalho, que caiu para 36 horas semanais, a exemplo do que já ocorre em alguns setores da indústria, cujas atividades exigem longos intervalos de folga.
Para o presidente da Força Sindical, Paulo Pereira da Silva, a redução da jornada de trabalho semanal de 44 para 40 horas permitirá a geração de 2 milhões de empregos, com elevação de 1,9% no custo das folhas de pagamento. Ele destaca que “é um percentual pequeno, uma vez que os ganhos que elas [categorias] tiveram nos últimos anos foram muito compensadores. A produtividade no Brasil, de 2002 para cá, aumentou em 27%”, argumenta o sindicalista.
No último dia 14, a Força Sindical promoveu em várias capitais a Jornada Nacional Unificada de Lutas, com o apoio de outras entidades de representação dos trabalhadores, movimentos populares e estudantis. A redução da jornada semanal de trabalho figurou entre as principais reivindicações.
Em reunião realizada no dia 20 no Rio de Janeiro, a Confederação Nacional do Comércio de Bens Serviços e Turismo (CNC) posicionou-se contra a aprovação da proposta de emenda à Constituição, que também estabelece aumento de 50% para 70% do valor da hora extra.
A entidade discorda da previsão de Paulo Pereira da Silva, da Força Sindical, e diz que a aprovação pode provocar desemprego, aumento da informalidade e elevação da inflação. A CNC defende que “num momento de recuperação da crise econômica reduzir a jornada encarecerá os produtos e reduzirá a competitividade na área comercial”.
O presidente da CNC, Antônio Oliveira Santos citou os resultados da medida na França, que segundo ele “empobreceu em relação a outras nações da Europa, como a Alemanha”, depois que os trabalhadores tiveram a jornada reduzida.
A entidade destaca que o setor de comércio de bens, serviços e turismo é hoje o maior empregador nacional e, conforme dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), é formado essencialmente por microempresas e empresas de pequeno porte, que seriam afetadas pela redução da jornada semanal de trabalho.
Lourenço Canuto
Agência Brasil