4.jul.09 às 9h20 | Por
Rodrigo Apolloni, em
In Ludere |
uma resposta
Esqueça o sintetizador, a coreografia pasteurizada e as letras pobres de tudo. Samba, quando é bom, é uma verdadeira maravilha. E uma verdadeira maravilha, descubro tardiamente, são os sambas de Oscar da Penha, o Batatinha, compositor que namorou firme com praticamente todo o espectro do estilo, das marchinhas aos sambas-quase-choro.
Coisa interessante, ao pesquisar a biografia de Batatinha, é saber que ele nunca deixou o Pelourinho, em Salvador, e que mesmo assim construiu uma obra que se assemelha, em qualidade e diversidade, à de Cartola e Candeia, sambistas cariocas. Prova de que o samba, como a capoeira, é coisa universal, conexão com um oceano de beleza que subjaz a tudo. Bom dia e bom final de semana!
Para saber mais, visite:
http://www.samba-choro.com.br/artistas/batatinha
Para ouvir mais, visite:
umquetenha.blogspot.com
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