Parece tudo piada, mas é verdade. Na data e horário marcados para o #forasarney em Curitiba não havia NINGUÉM.
Parece tudo piada, mas é verdade. Na data e horário marcados para o #forasarney em Curitiba não havia NINGUÉM.Parece tudo piada, mas é verdade. Na data e horário marcados para o #forasarney em Curitiba não havia NINGUÉM.
Também estive lá para fotografar o “movimento”. Seria engraçado se não tivesse sido melancólico.O pessoal antecipou a manifestação, na qual também não compareceu quase ninguém. Não avisaram a imprensa, um desastre de organização. Se depender de Curitiba, o Sarney está prestigiado.
Os curitibanos em si já são uma piada: acham que aqui é a Europa (ou a cidade modelo rs), não se preocupam com questões políticas, ainda tem um pensamento provinciano e interiorano e tem o Bonde do Rolê… só p/ rir mesmo.
Quando me referi a Curitiba não entrei em outro mérito, que não no particular da manifestação do Fora Sarney. Não percebi que o comentário iria reavivar as idéias rasteiras, as frases feitas e batidas que pautam a crítica sobre minha cidade. Essa idéia da cidade modelo e de outros títulos, já não engana mais ninguém, faz muito tempo. Tempo no qual você parece parado, prostrado pela sua ânsia de praguejar.
Piada é uma pessoa que não ultrapassa conceitos superados. Capital Ecológica, Social e Modelo, foram rótulos politiqueiros não formulados pela comunidade, iludiram o povo curitibano durante um tempo, sim, mas qual povo do mundo já não foi iludido por campanhas políticas ilusórias?
As críticas feitas a Curitiba seriam mais produtivas se fossem feitas por pessoas maduras o suficiente, para não entrarem em contradições simplórias como as suas, nas suas poucas linhas eufóricas. Provincianismo é perceber numa só cidade, problemas universais. Interiorana é a pessoa que aponta defeitos na gente de uma cidade, sem se ater do seu próprio egocentrismo.
Sim! Ou você acha que o cidadão da periferia, que não os curitibocas que devem fazer parte do seu círculo, devem conhecer o Bonde do Role? O que o Bonde do Role tem haver com uma crise política no Senado e com o Sarney? Essa é sua “questão política”?
Sem mais.
Repare bem no “sem mais”, independente de qualquer respostinha tola, que possa vir.
Também estive lá para fotografar o “movimento”. Seria engraçado se não tivesse sido melancólico.O pessoal antecipou a manifestação, na qual também não compareceu quase ninguém. Não avisaram a imprensa, um desastre de organização. Se depender de Curitiba, o Sarney está prestigiado.
Muito bom, Álvaro e Antonella!
Os curitibanos em si já são uma piada: acham que aqui é a Europa (ou a cidade modelo rs), não se preocupam com questões políticas, ainda tem um pensamento provinciano e interiorano e tem o Bonde do Rolê… só p/ rir mesmo.
Ronaldo:
Quando me referi a Curitiba não entrei em outro mérito, que não no particular da manifestação do Fora Sarney. Não percebi que o comentário iria reavivar as idéias rasteiras, as frases feitas e batidas que pautam a crítica sobre minha cidade. Essa idéia da cidade modelo e de outros títulos, já não engana mais ninguém, faz muito tempo. Tempo no qual você parece parado, prostrado pela sua ânsia de praguejar.
Piada é uma pessoa que não ultrapassa conceitos superados. Capital Ecológica, Social e Modelo, foram rótulos politiqueiros não formulados pela comunidade, iludiram o povo curitibano durante um tempo, sim, mas qual povo do mundo já não foi iludido por campanhas políticas ilusórias?
As críticas feitas a Curitiba seriam mais produtivas se fossem feitas por pessoas maduras o suficiente, para não entrarem em contradições simplórias como as suas, nas suas poucas linhas eufóricas. Provincianismo é perceber numa só cidade, problemas universais. Interiorana é a pessoa que aponta defeitos na gente de uma cidade, sem se ater do seu próprio egocentrismo.
Sim! Ou você acha que o cidadão da periferia, que não os curitibocas que devem fazer parte do seu círculo, devem conhecer o Bonde do Role? O que o Bonde do Role tem haver com uma crise política no Senado e com o Sarney? Essa é sua “questão política”?
Sem mais.
Repare bem no “sem mais”, independente de qualquer respostinha tola, que possa vir.